Agência de Comunicação da UFSC
  • Serviços da Agecom

    Publicado em 23/11/2018 às 17:07

    A Agecom localiza-se ao lado do Centro de Cultura e Eventos e da Gráfica

    A Agência de Comunicação (Agecom) é o setor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) responsável pela divulgação de matérias jornalísticas e de eventos no portal da UFSC, nos boletins eletrônicos Divulga UFSC e Semana UFSC, na revista UFSC Ciência e nas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Também responde pela Identidade Visual, pela guarda da Memória Fotográfica e pelas campanhas institucionais.


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  • Publicado em 12/03/2021 às 10:55

    Covid-19: pesquisadores da UFSC apontam causas e soluções para o colapso

     

    “É preciso fazer alguma coisa, como fizemos no trânsito, para diminuir a mortalidade. Que se faça agora, senão vai ser um 2021, pelo menos até abril, pior que 2020”Lúcio Botelho, professor de Saúde Pública, em 4 de janeiro de 2021.

    Ao longo dos últimos dias, professores e pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) têm intensificado as manifestações públicas com orientações e sugestões para que a sociedade catarinense possa superar o grave momento da pandemia de Covid-19. Entre as propostas apresentadas estão a de aumentar os cuidados pessoais de distanciamento, uso de máscaras e higiene; promover a testagem em massa da população e investir fortemente em monitoramento dos casos ativos e dos seus contatos, com isolamento dos casos positivos; acelerar a aplicação das vacinas e aumentar a quantidade de doses disponíveis. Também são sugeridas campanhas de esclarecimento sobre a confiabilidade e a importância dos imunizantes e para induzir a empatia social e o cuidado coletivo.

    “É [a vacinação] como um passaporte para evitar mortes, para retirar pessoas dos hospitais e liberar leitos de UTI para poder tratar outras doenças”Oscar Bruna-Romero, professor do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia, em 18 de janeiro de 2021.

    A situação emergencial exige também a ampliação da capacidade de atendimento médico-hospitalar, medida vista como imprescindível no momento, mas considerada como último recurso. As ações, segundo os especialistas, devem buscar principalmente frear a circulação do vírus e diminuir o contágio, aliviando a pressão sobre o sistema de saúde.

    “Os leitos de UTI, por exemplo, são parte de uma estratégia de enfrentamento. A pandemia já nos ensinou que a quantidade de casos graves é diretamente proporcional à quantidade total de casos, ou seja, quantos mais casos você tem, maior a probabilidade de ter casos graves, que demandam hospitalização”Fabrício Menegon, chefe do Departamento de Saúde Pública, em 19 de fevereiro de 2021.
    “Esse cenário era previsível uma vez que muitos municípios da região não vêm adotando medidas que são sabidamente eficazes para se quebrar a cadeia de transmissão do vírus”. Alexandra Crispim Boing, epidemiologista, em 9 de fevereiro de 2021.
    “É necessária a ampliação dos leitos em virtude do colapso do sistema de saúde na região. Entretanto, é importante destacar que os governos não devem insistir no erro de focar majoritariamente na provisão de leitos, já que isso é a gestão da consequência. O que deve ser feito é evitar que as pessoas fiquem doentes”Alexandra Crispim Boing, epidemiologista, em 9 de fevereiro de 2021

    Para isso, as principais medidas sugeridas são a suspensão temporária das aulas presenciais e a adoção, pelo poder público, de regras mais rígidas de restrição à circulação de pessoas, incluindo a suspensão, por ao menos duas semanas, de todos os serviços e atividades não essenciais.

    “Não dá para dizer que vai colocar o pessoal com 50% de lotação na sala de aula e deixar a coisa correr solta”Fabrício Menegon, professor do Departamento de Saúde Pública, em 9 de fevereiro de 2021.

    Depois disso, quando as condições sanitárias permitirem, eles recomendam prioridade para o planejamento do retorno seguro às escolas e a fiscalização rigorosa das atividades econômicas liberadas. Essas propostas têm o objetivo de diminuir os adoecimentos e as mortes causadas pela pandemia, com o mínimo de prejuízo à atividade econômica.

    “As medidas devem ser ampliadas para mitigar o impacto da Covid-19 e, quando possível, a prioridade deve ser abertura de escolas em vez de outras atividades econômicas”Alexandra Crispim Boing, professora do Departamento de Saúde Pública, em 15 de fevereiro de 2021.

    Causas

    “Em Santa Catarina, o Estado está esperando as orientações nacionais, porém existe uma falta de planejamento, de coordenação nacional, e isso tem atrasado essa questão da vacinação no nosso país”Fernando Hellmann, doutor em Saúde Coletiva, em 7 de janeiro de 2021.

    Nas manifestações dos especialistas da Universidade, são citadas muitas causas para o agravamento da pandemia de Covid-19, sendo a responsabilidade compartilhada pela sociedade e os poderes públicos. Vão desde o cansaço de muitas pessoas e relaxamento com os cuidados à falta de empatia e solidariedade por parte de segmentos sociais. Envolvem a falta de planejamento e coordenação nacional das ações de enfrentamento à pandemia, ações ineficazes por parte de governos municipais, falta de ações e medidas efetivas em âmbito estadual. E são agravadas pela circulação desenfreada do vírus e surgimento de novas variantes.

    “É [a vacinação] como um passaporte para evitar mortes, para retirar pessoas dos hospitais e liberar leitos de UTI para poder tratar outras doenças”Oscar Bruna-Romero, professor do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia, em 18 de janeiro de 2021.

    “A vacinação rápida, com as vacinas que já temos, se torna mais fundamental ainda (…) “Ele [o coronavírus] circulando pouco, enfrenta menos o nosso sistema imune e, portanto, é menos provocado a sofrer mutação – é uma questão biológica, de sobrevivência”Carlos Zárate-Bladés, professor do Laboratório de Imunorregulação, em 9 de fevereiro de 2021.

    Um dos documentos mais contundentes de alerta sobre a situação de crise atualmente vivida foi um manifesto assinado por mais de 100 professores e pesquisadores da UFSC, intitulado “Os 10 pontos necessários para acabar com a pandemia“. Na carta aberta à sociedade catarinense, publicada no dia 25 de fevereiro, os especialistas da UFSC convidam a uma reflexão urgente “para evitarmos um retrocesso de difícil reparação nos sistemas de saúde e educação, ou no desenvolvimento humano, econômico e social”.

    “Não vai ser possível vacinar a população brasileira toda ainda este ano, então é importante que as pessoas mantenham os cuidados de isolamento, de distanciamento, de higiene, para que se possa evitar o contágio, que no Brasil ainda é bastante alto”Fernando Hellmann, doutor em Saúde Coletiva, em 7 de janeiro de 2021.

    Os professores citam algumas ações e atitudes que nos conduziram até este ponto, como a nossa incapacidade individual e coletiva de cumprir quatro recomendações de prevenção que conhecemos desde o início: distanciamento, uso correto de máscaras, higiene e ventilação dos ambientes. Também citam o egoísmo sistemático de grupos de pessoas, que se isentam de responsabilidade sobre o coletivo “em nome de uma suposta liberdade individual”.

    “Estamos chegando a um nível de negacionismo em que estamos questionando gráficos e números dos epidemiologistas”Lúcio Botelho, professor de Saúde Pública, em 4 de janeiro de 2021.

    A liberação de atividades sem fiscalização rígida do cumprimento de normas de prevenção ajudou a compor o cenário. Essas liberações buscaram mitigar os efeitos da pandemia sobre a atividade econômica, mas “terão na sua maioria os efeitos contrários, pois levarão inevitavelmente a uma extensão do período pandêmico, a elevação potencial de sua severidade e todas as suas consequências negativas”.

    “Consequência de grande flexibilização das atividades, falta de comunicação clara e franca com a população, implementação de protocolo de tratamento precoce, que não funciona, e inação dos gestores”Alexandra Crispim Boing, professora do Departamento de Saúde Pública, em 15 de fevereiro de 2021.

    No documento, os especialistas recomendam que a volta das aulas presenciais deve ser revista e adiada até que exista o controle da pandemia. O retorno às aulas presenciais também foi  tema de um manifesto do colegiado do curso de Licenciatura em Pedagogia, do Centro de Ciências da Educação (CED) da UFSC, em solidariedade aos trabalhadores em educação no Estado, publicado em 24 de fevereiro.

    Os professores questionaram o Decreto Estadual 1.153, de 15 de fevereiro, que previa a possibilidade de reabertura presencial das escolas de educação básica mesmo em regiões do Estado classificadas com risco potencial grave ou gravíssimo. “Ao reabrir as escolas presencialmente, o risco de contágio se amplia com o aumento de circulação de pessoas no transporte público, familiares, comunidade escolar e sociedade de um modo mais amplo”.

    Na carta, os professores manifestam-se contra o retorno às aulas presenciais neste momento e sob estas condições, porém ressaltam a importância e a necessidade de retomada da atividade. “Os professores anseiam pelo retorno presencial às atividades, pois o processo remoto limita o processo educativo”, declararam. Outros profissionais da UFSC também manifestaram preocupação com o longo afastamento dos estudantes do ambiente escolar e defenderam que a volta às aulas deve ter prioridade em relação a outras atividades, quando as condições sanitárias permitirem um retorno seguro para todos.

    Essas são medidas emergenciais que devem ser colocadas em prática rapidamente, no entanto os pesquisadores estão cientes de que são necessárias ações estruturais e duradouras para que o País possa se preparar para enfrentar futuros desafios. É consenso a necessidade de voltar a investir em ciência, de forma sólida e contínua, para que o Brasil possa alcançar autonomia na produção de fármacos e não ficar dependente de companhias e governos estrangeiros.

    Evolução

    O agravamento da crise sanitária vem sendo acompanhado por estudos e manifestações de pesquisadores da UFSC, através de entrevistas, análises e documentos. O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Necat), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Administração, vem desde meados de maio de 2020 emitindo boletins periódicos que acompanham a evolução dos números de novos casos e óbitos, e o espraiamento da doença no Estado.

    Elaborado com base em dados oficiais, principalmente da Secretaria Estadual de Saúde, o Boletim da Covid-19 em SC detectou uma elevação constante dos casos de contaminação a partir do mês de novembro de 2020. A “segunda onda” veio após um período sucessivo de quedas no número de contágios e óbitos, o que pode ter induzido a população a afrouxar os cuidados e as autoridades públicas a promoverem maior liberação de atividades econômicas e sociais.

    Esse panorama foi impactado pela maior circulação de pessoas e reuniões familiares nas festas de fim de ano. Já no início de 2021, professores da UFSC começaram a alertar, em entrevistas à Imprensa, que a situação poderia se agravar e apelaram pela adoção de medidas que visassem reduzir o contágio.

    A partir de 17 de janeiro, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial no Brasil das vacinas CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, e AstraZeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford com a Fiocruz, especialistas e professores da UFSC foram chamados para explicar o funcionamento das vacinas e afirmar a sua confiabilidade, além de combater notícias falsas sobre os imunizantes e pedir o engajamento de todos nas campanhas de vacinação.

    O agravamento da pandemia, porém, seguiu em curso. Nos primeiros dias de fevereiro, os meios de comunicação já noticiavam o aumento de casos na região Oeste do Estado e o esgotamento dos recursos de atendimento médico-hospitalar. Nos dias seguintes essa situação atingiu todo o Estado. Em Florianópolis, a sobrecarga fez com que vários hospitais suspendessem os atendimentos não urgentes. No Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC), um médico da linha de frente chamou a atenção para uma importante mudança do perfil dos pacientes: cada vez mais pessoas jovens estavam sendo internadas.

    Em meio a superlotação e faltas de vagas em UTIs, o poder público estadual tomou novas medidas de restrições de atividades e à circulação de pessoas. Apesar disso, Santa Catarina entrou no mês de março vivendo o pior momento da pandemia até aqui.

    FRASES

    JANEIRO

    “É preciso fazer alguma coisa, como fizemos no trânsito, para diminuir a mortalidade. Que se faça agora, senão vai ser um 2021, pelo menos até abril, pior que 2020”Lúcio Botelho, professor de Saúde Pública, em 4 de janeiro de 2021.

    “Estamos chegando a um nível de negacionismo em que estamos questionando gráficos e números dos epidemiologistas”Lúcio Botelho, professor de Saúde Pública, em 4 de janeiro de 2021.

    “Em Santa Catarina, o Estado está esperando as orientações nacionais, porém existe uma falta de planejamento, de coordenação nacional, e isso tem atrasado essa questão da vacinação no nosso país”Fernando Hellmann, doutor em Saúde Coletiva, em 7 de janeiro de 2021.

    “Não vai ser possível vacinar a população brasileira toda ainda este ano, então é importante que as pessoas mantenham os cuidados de isolamento, de distanciamento, de higiene, para que se possa evitar o contágio, que no Brasil ainda é bastante alto”Fernando Hellmann, doutor em Saúde Coletiva, em 7 de janeiro de 2021.

    “É [a vacinação] como um passaporte para evitar mortes, para retirar pessoas dos hospitais e liberar leitos de UTI para poder tratar outras doenças”Oscar Bruna-Romero, professor do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia, em 18 de janeiro de 2021.

    “As vacinas que serão usadas aqui foram testadas e aprovadas pelos órgãos reguladores mais importantes do mundo. São absolutamente seguras e eficazes”Ubaldo Cesar Balthazar, reitor da UFSC, em 21 de janeiro de 2021.

    “Se você tiver dúvidas, procure se informar em fontes confiáveis, como grandes jornais e portais. Não confie em informação sem respaldo científico”Ubaldo Cesar Balthazar, reitor da UFSC, em 21 de janeiro de 2021.

    FEVEREIRO

    “Esse cenário era previsível uma vez que muitos municípios da região não vêm adotando medidas que são sabidamente eficazes para se quebrar a cadeia de transmissão do vírus”. Alexandra Crispim Boing, epidemiologista, em 9 de fevereiro de 2021.

    “É necessária a ampliação dos leitos em virtude do colapso do sistema de saúde na região. Entretanto, é importante destacar que os governos não devem insistir no erro de focar majoritariamente na provisão de leitos, já que isso é a gestão da consequência. O que deve ser feito é evitar que as pessoas fiquem doentes”Alexandra Crispim Boing, epidemiologista, em 9 de fevereiro de 2021

    “Não dá para dizer que vai colocar o pessoal com 50% de lotação na sala de aula e deixar a coisa correr solta”Fabrício Menegon, professor do Departamento de Saúde Pública, em 9 de fevereiro de 2021.

    “Ele [o coronavírus] circulando pouco, enfrenta menos o nosso sistema imune e, portanto, é menos provocado a sofrer mutação – é uma questão biológica, de sobrevivência”Carlos Zárate-Bladés, professor do Laboratório de Imunorregulação, em 9 de fevereiro de 2021.

    “A vacinação rápida, com as vacinas que já temos, se torna mais fundamental ainda”Carlos Zárate-Bladés, professor do Laboratório de Imunorregulação, em 9 de fevereiro de 2021.

    “Consequência de grande flexibilização das atividades, falta de comunicação clara e franca com a população, implementação de protocolo de tratamento precoce, que não funciona, e inação dos gestores”Alexandra Crispim Boing, professora do Departamento de Saúde Pública, em 15 de fevereiro de 2021.

    “As medidas devem ser ampliadas para mitigar o impacto da Covid-19 e, quando possível, a prioridade deve ser abertura de escolas em vez de outras atividades econômicas”Alexandra Crispim Boing, professora do Departamento de Saúde Pública, em 15 de fevereiro de 2021.

    “Os leitos de UTI, por exemplo, são parte de uma estratégia de enfrentamento. A pandemia já nos ensinou que a quantidade de casos graves é diretamente proporcional à quantidade total de casos, ou seja, quantos mais casos você tem, maior a probabilidade de ter casos graves, que demandam hospitalização”Fabrício Menegon, chefe do Departamento de Saúde Pública, em 19 de fevereiro de 2021.

    “O que precisa ser feito é investir fortemente em monitoramento dos casos ativos, dos seus contatos, isolamento dos casos positivos, testagem em massa da população. Coisas que o nosso Estado e o país de forma geral não foram competentes para fazer”Fabrício Menegon, chefe do Departamento de Saúde Pública, em 19 de fevereiro de 2021.

    “As projeções já indicavam o aumento de casos e, mesmo assim, o poder público não realizou as intervenções necessárias para enfrentar a situação que já estava sendo vislumbrada. O RT, número de transmissibilidade, bastante elevado significa que o vírus tem se disseminado de forma descontrolada no estado”Alexandra Crispim Boing, professora do Departamento de Saúde Pública, em 25 de fevereiro de 2021.

    “Esse fato, associado a uma grande quantidade de população infectante, às aberturas dos setores econômicos, à reabertura de escolas, às festas de final de anos, à chegada da temporada de verão e à baixa capacidade governamental de resposta, faz com que a situação esteja sem controle”Alexandra Crispim Boing, professora do Departamento de Saúde Pública, em 25 de fevereiro de 2021.

    “Em função disso, o decreto torna-se pouco útil no sentido de configurar uma estratégia articulada de controle da pandemia em todo o território catarinense”. Lauro Mattei, professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais, em 25 de fevereiro de 2021.

    “Estamos nos aproximando do limite da nossa capacidade hospitalar”Oscar Bruna-Romero, professor do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia, em 26 de fevereiro de 2021.

    “Há um ritmo de crescimento de casos muito superior ao que estávamos acostumados. Se continuarmos com as medidas que estamos tomando, que limitam muito levemente a transmissão do vírus, em um mês ou um mês e meio estaremos em uma situação catastrófica”Oscar Bruna-Romero, professor do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia, em 26 de fevereiro de 2021.

    “É por essência ineficaz e fraca. É uma medida que tem um caráter muito superficial, porque ela não leva em consideração a gravidade do momento  que a gente está vivendo. Um lockdown de dois dias no máximo ameniza muito pouco, mas não tira o sistema de saúde da saturação e colapso”Fabrício Menegon, professor do Departamento de Saúde Pública, em 27 de fevereiro de 2021.

    “Se chegar a necessidade da UTI nesse momento que a gente está vivendo, vai começar a morrer em grande quantidade nas portas de hospital. Nós só vamos começar a resolver esse problema de UTI se nós pararmos de botar gente chegando no hospital”Lúcio Botelho, professor de Saúde Pública, em 27 de fevereiro de 2021.

    “Continuar com medidas parciais de controle e transferindo responsabilidades não irá impactar nossa saúde, os hospitais encherão e a mortalidade aumentará, por falta de capacidade assistencial. Já passou da hora de uma ação dura, enérgica, porém responsável pela preservação da vida em sua dimensão maior”Lúcio Botelho, professor de Saúde Pública, em 28 de fevereiro de 2021.

    MARÇO

    “Precisamos de um conjunto articulado e eficaz de ações que nos permita reduzir a circulação do vírus e assim evitarmos que nós próximos meses convivamos com sucessivas ondas de alta de casos, de hospitalização, com colapso do sistema de saúde, com alta de óbitos, retardando a retomada econômica a médio e a longo prazo”Antonio Boing, professor do Departamento de Saúde Pública, em 1º de março de 2021.

     “Abrir novos leitos pode ser uma parte da estratégia, mas não toda. Isso é uma parte, a parte final.  A estratégia deve começar pela contenção, com um lockdown”Fabrício Menegon, chefe do Departamento de Saúde Pública, em 2 de março de 2021.

    “Com isso, é possível diminuir o número de casos novos, nós conseguimos diminuir hospitalizações e também diminuir a quantidade de óbitos. É essa forma de controle do vírus que vai permitir uma retomada robusta e segura da economia a médio e a longo prazo”Antonio Boing, professor do Departamento de Saúde Pública, em 3 de março de 2021.

    “O freio para evitar o contágio do vírus é o comportamento extremamente positivo da população, entendendo e respeitando as medidas sanitárias, e por outro lado, o Estado fazendo vacinação em massa da população”Lauro Mattei, professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais, em 3 de março de 2021.

    Lorena Abreu, estagiária e Luís Carlos Ferrari/ Agecom

    Lorena Abreu, estagiária da Agecom, e Luís Carlos Ferrari

     

     

     

     

     

     

     

     

     


  • Orientações para ações de comunicação durante processos eleitorais internos

    Publicado em 22/09/2020 às 14:18

    A Agência de Comunicação (Agecom) da UFSC recomenda aos Agentes de Comunicação, bem como ao público interno, que trabalha com a divulgação dos Centros de Ensino, Departamentos, e campi a cautela na comunicação setorial em períodos em que se realizam processos eleitorais na instituição. Assim como a Agecom lida com a comunicação durante os processos de escolha de reitores, recomendamos que os setores, especialmente os Centros de Ensino, observem o respeito aos princípios da Administração Pública nos períodos eleitorais – em especial o princípio da Impessoalidade.

    Recomenda-se que os Centros evitem a comunicação com peso especial para este ou aquele candidato nas redes sociais e páginas institucionais. Um exemplo é a cobertura de notícias durante o processo eleitoral de escolha de reitores. Nesse período, a Agecom costuma produzir uma página com informações padronizadas de cada um dos candidatos (veja um exemplo de 2018) e concentra a comunicação institucional no processo eleitoral: qual a composição da comissão eleitoral, cronogramas, matérias sobre o processo de votação (datas, horários, locais, urnas). O peso da representação de cada segmento da comunidade (se existir), quem está habilitado a votar. 

    Em relação às candidaturas, quando houver mais de uma chapa, a orientação é que se procure sempre garantir a isonomia entre os candidatos. Por exemplo, pode-se divulgar algum evento, como um debate com a participação de todos os candidatos. Se forem feitos perfis dos candidatos, o ideal é que todos tenham as mesmas perguntas ou informações básicas. Em suma, buscar um equilíbrio de oportunidades e visibilidade para todas as candidaturas.

    Recomendamos, ainda, que se evite envolver-se na organização de campanhas eleitorais, e que não se utilizem os canais institucionais para eventos de uma única candidatura, mesmo que o assunto abordado não seja de cunho eleitoral. Se for somente uma chapa concorrendo, pode-se aprofundar um pouco mais as propostas e projetos daquela candidatura.


  • Divulgação Científica: como fazer (você mesmo) um bom vídeo

    Publicado em 15/09/2020 às 23:15

    A Agência de Comunicação da UFSC tem como um de seus grandes objetivos estratégicos ajudar a levar a ciência produzida na UFSC para além de nossos campi. Para isso, trabalhamos com vários materiais de divulgação científica. Produzimos vídeos, revistas, matérias de jornalismo científico, podcasts…

    Preparamos aqui um breve guia com algumas dicas rápidas para ajudar você, que deseja fazer um bom vídeo de divulgação científica. Vamos começar?

    Conheça o seu gênero de vídeo

    Antes de começar a fazer seu próprio vídeo, acesse materiais de quem faz vídeos desse gênero … YouTubers e divulgadores de iniciativas voltadas à Ciência. Uma dica valiosa é conhecer o Science Vlogs Brasil (canal que reúne vários outros canais de ciência no YouTube). 

    O seu vídeo começa em um bom roteiro

    Depois de conhecer alguns vídeos e ter uma ideia do que te atrai, com qual estilo você se identifica, chegou a hora de botar a mão na massaEscreva como será o vídeo, parte por parte. Se já tiver um texto em mente, escreva também. Planeje tudo!

    No momento do roteiro, pergunte-se algumas coisas, e comece a criar:

    • Você vai falar olhando diretamente para a câmera ou vai entrevistar alguém?
      • Se vai entrevistar, como será esse vídeo de entrevista? Você pode enviar as perguntas para a pessoa e pedir que ela grave as respostas para você, com o celular (sempre na horizontal). Ou pode ainda fazer uma videochamada e gravar essa interação, pelo Google Meet, ou Zoom, por exemplo. A UFSC oferece alguns acessos especiais a ferramentas do Google e Microsoft que podem ser úteis. Uma dica para gravar seu vídeo de uma dessas plataformas é usar o OBS (Open Broadcaster Software), um programa gratuito. A Agecom até já fez um tutorial, voltado aos participantes da Sepex 2020. A Agecom tem uma série de vídeos de entrevistas, com cientistas que abordam diferentes aspectos de um assunto central. Conheça o UFSC Explica.
      • Se você vai falar olhando diretamente para a câmera, prepare bem o ambiente. Crie um local bem iluminado, sem que sua imagem tenha sombra no seu rosto, e com um fundo atraente, com profundidade. Pode ter uma estante de livros, ou um local arborizado, planeje, teste. Evite improvisos. Lembre-se também de cuidar do local onde estará sua câmera. Ela deve ficar sempre na altura dos seus olhos, em um local firme.
    • Além das imagens de pessoas falando, prepare imagens de apoio. São fotos, vídeos, animações que servirão para “quebrar” a monotonia de se mostrar a mesma imagem de uma pessoa falando para a câmera. 
    • Que tipo de sons você vai usar? 
      • Um vídeo é uma combinação de imagens e sons… então, pense bem sobre isso. Escolha uma trilha sonora, se for o caso, ou grave sons da natureza. Se escolher trilhas da internet, use sites royalties free. Uma boa dica é usar a Biblioteca de Mídias que o YouTube oferece.
      • Outra opção é usar imagens históricas para ilustrar sua explicação, ou mesmo ilustrações ou animações, usando a sua voz como narrador. A isso, chamamos de off. Outra ideia que pode funcionar é efeitos sonoros, como uma campainha, ou som de uma pessoa digitando uma pergunta, por exemplo. Tente usar sempre imagens e sons que não tenham royalties, pois as plataformas como o YouTube ou o Facebook costumam bloquear vídeos que contenham partes de músicas, por exemplo. Use bancos de imagens gratuitas, com licenças Creative Commons, de preferência.

    Hora de produzir e filmar o seu vídeo

    Prepare o seu cenário, iluminação, cuide do seu visual, com enquadramento ideal, sempre com a câmera posicionada à altura dos seus olhos. Se você vai ser filmado pela câmera do computador, eleve-o com livros ou qualquer coisa que dê ao seu vídeo o enquadramento ideal. Vai filmar com o celular? Use um tripé ou apoie-o também em algo firme e que fique na altura correta. Vai entrevistar alguém? Tenha o mesmo cuidado com o(a) seu(a) entrevistado(a). 

    Cuide também da captação do áudio:

    • Se possível, use um microfone de lapela (é baratinho, acredite!) ou, se não for possível, um fone de ouvido desses que vem com o telefone celular, já serve! Desde que o microfone fique perto da sua boca, para fazer uma boa captação de áudio. E sempre antes de começar pra valer, faça um teste para ter certeza que está tudo funcionando bem.

    Dicas importantes de filmagem:

    • Se for filmar com o celular, posicione-o sempre em posição horizontal (cuidado com a firmeza da câmera, melhor usar um tripé ou apoio que pedir para alguém segurar o celular para você). 
    • Certifique-se que gravou todas as falas corretamente. Se algo não ficou como você queria, repita, a filmagem. Se o(a) seu(a) entrevistado(a) disse algo que não ficou claro, refaça a pergunta, para que ele(a) explique melhor. 
    • Perceba se as frases estão completas, quando for repetir algo, repita desde o início, para que não fique depois uma edição “picotada” demais. Também facilita a edição se você pausar por alguns segundos antes de recomeçar a falar. 
    • Atenção para as cores das roupas que você está usando e o seu entorno. Use cores claras, de preferência, e se for usar estampas, que sejam discretas. Evite listras. 
    • Evite usar termos marcadores de tempo, como “ontem”, “hoje”, “semana que vem”. Lembre-se que você não quer “envelhecer” o seu vídeo. Se for usar referências, fale de datas completas “maio de 2020”, ou algo assim, sempre tentando simplificar para o seu público. 

    Partiu edição!

    Existem muitas opções de programas simples de edição, que facilita muito para qualquer um que queira se aventurar! Entre as opções mais comuns estão o Adobe Premiere Pro (mais usado, pago), iMovie (para computadores da Apple), Windows Movie Maker. Aplicativos mais modernos e recentes são comuns pela internet, tanto para computadores, como para telefones celulares. O próprio YouTube oferece alguns recursos interessantes de edição. Comece pelos gratuitos e vá experimentando. 

    Algumas dicas importantes:

    • Assista a muitos vídeos para entender como deve ser a “pegada” da sua edição, e te inspirar com ideias para o seu vídeo. A UFSC tem vários vídeos de divulgação científica que você pode conhecer para tirar algumas ideias de materiais simples e eficazes. A série Traduzindo Ciência é um exemplo! Vai conhecer!
    • Um bom roteiro ajuda muito na hora de editar. Então capricha lá no início que o final será mais simples. 
    • Evite picotar demais! Alguns vícios de linguagem dão naturalidade para a conversa, outros acabam por enrolar demais e deixar o vídeo muito longo. Na dúvida, corte apenas quando realmente for necessário… aos poucos você aprende o que vale a pena deixar, e o que é melhor tirar. 
    • Lembre-se daquela ideia inicial, e prefira manter as falas que realmente importam para o objetivo do vídeo. O que for demais, tire.
    • Um vídeo eficaz é um vídeo curto e que vá direto ao ponto.
    • Lembre-se de mesclar imagens das entrevistas ou das apresentações com outras ilustrações… volte ao seu roteiro para essas informações.
    • Use sons, música para dar leveza ao seu material.
    • Considere usar legendas, para facilitar a acessibilidade do seu material. 

    Depois de tudo pronto, publique!

    Lembre-se de colocar a ficha técnica, reconhecendo todos os envolvidos no projeto, e na hora de escolher o título, use algo atraente, chamativo e simples! Lembre-se que não é um artigo para seus pares e sim um vídeo para leigos, para atrair um público que quer aprender sobre o que você estuda. Atraia esse público com títulos curtos e com palavras do dia a dia.

    Por exemplo… ao invés de algo técnico sobre produção de vídeos… como “Técnica audiovisual para popularização científica”, prefira “Vídeos para fazer você gostar de ciência”!

    Foco no seu objetivo

    É importante lembrar que divulgar ciência é um dever do cientista e um direito da população. Além disso, é uma atitude necessária e democrática. Como cientista você tem o voto de credibilidade do seu público, e agora, por meio da divulgação do seu trabalho para as grandes audiências, terá a sua atenção. Cative seu público com um pouco de humor, traga aspectos da vida de cientista que humanize seu trabalho. Fale das experiências que deram certo e das que deram errado. Produza imagens dentro de laboratório, ou durante pesquisas de campo. Essas serão úteis para suas imagens de apoio e mostrarão sua ciência em ação. 

    Uma dica interessante é usar imagens de ciência que possam ilustrar seu trabalho de forma criativa. Animações, ilustrações, stop motion, ou simplesmente imagens como estas, do Museu de História da Ciência em Genebra, por exemplo, podem ajudar. 

     

    Boa sorte, e bom trabalho!

     

     

    Fonte: Curso Introdução à divulgação científica – Fiocruz


  • Nota Oficial: sobre a campanha ‘o cara do cartaz no RU’

    Publicado em 13/03/2020 às 19:48

    A Agência de Comunicação da Universidade Federal de Santa Catarina (Agecom/UFSC) é o órgão responsável por veicular campanhas institucionais com o intuito de informar e chamar atenção para questões importantes para a nossa comunidade universitária.

    Foi nesse espírito que concebemos a campanha “O cara do cartaz no RU”, em meio à nossa comunicação institucional a respeito dos cuidados que devem ser tomados frente à pandemia da Covid-19. Nossa intenção foi chamar a atenção da comunidade sobre a importância de cuidados simples para evitar a transmissão de doenças.

    Tomamos a decisão de retirar a campanha, por entender que elas ofenderam algumas pessoas e essa não foi a nossa intenção. O que queremos é que nossa comunidade se conscientize do papel de todos nós em cuidar da saúde um do outro, principalmente neste momento delicado que o mundo está vivendo.

    Mayra Cajueiro Warren
    diretora da Agecom/UFSC


  • Agecom lança Manual de Boas Práticas em Mídias Sociais da UFSC

    Publicado em 11/12/2019 às 11:26

    A Agência de Comunicação (Agecom) da UFSC lança, neste mês de dezembro de 2019, um Manual de Boas Práticas em Mídias Sociais. A publicação é de leitura on-line e destina-se àqueles servidores que fazem gestão de redes sociais para seus laboratórios, departamentos, Centros de Ensino, ou mesmo setores administrativos como Secretarias e Pró-Reitorias na instituição. O objetivo é fornecer subsídios para unificar a linguagem da Universidade em todas as plataformas nas quais a UFSC se faz presente.

    “Entendemos que a Agecom não tem condições de gerenciar todos os perfis de redes sociais nas quais a UFSC se apresenta à sociedade, mas é nosso dever instruir as pessoas que o fazem, para alinhar nosso discurso e unificar a voz da instituição”, salienta Pipo Quint, coordenador de Comunicação Organizacional e Novas Mídias da Agecom. O material é de linguagem fácil e abrangente e traz reflexões e dicas importantes para quem gerencia os perfis nas redes.

    “É a primeira vez que publicamos um Manual para mídias sociais, e esperamos, com isso, atender uma demanda grande que temos aqui na UFSC, que é orientar sobre a postura correta que cada perfil institucional deve ter. Cada setor que decide criar um perfil institucional deve estar preparado para representar a instituição com seriedade, responder com rapidez, atentar para a veracidade das informações e estar alinhado com a linguagem utilizada nos perfis oficiais da UFSC nas redes sociais”, complementa Mayra Cajueiro Warren, diretora da Agecom.

    A UFSC atualmente possui perfis oficiais no FacebookInstagramLinkedInTwitter e YouTube. Todos os perfis oficiais são geridos pela Agecom.
    O Manual pode ser baixado em formato PDF por meio do link.


  • Agecom participa do 4º encontro do Colégio de Gestores de Comunicação das Universidades Federais

    Publicado em 18/09/2019 às 14:07

    Entre os dias 21 e 23 de agosto, foi realizada a 4º edição do Colégio de Gestores de Comunicação das Universidades Federais (Cogecom), na Universidade Federal de Alagoas (UFAL) em Maceió. A Agência de Comunicação da UFSC (Agecom) foi representada pelo servidor Ricardo Torres que apresentou os trabalhos realizados no âmbito do “Grupo de Trabalho dos Agentes de Comunicação da UFSC“.

    O principal objetivo do evento foi debater estratégias de comunicação alinhadas aos interesses de universidades públicas frente a cortes de investimento em educação e propagação de notícias falsas relacionadas as Instituições Federais de Ensino Superior (IFES). Durante o encontro, que contou com a participação de gestores de comunicação de universidades federais de todas as regiões do País, os participantes trocaram experiências e falaram sobre medidas conjuntas em defesa do ensino superior público. Na ocasião também foram realizadas palestras, cursos e debates.

    Carta de Maceió
    No encerramento do Cogecom os participantes propuseram a “Carta de Maceió“, documento que aponta a relevância da comunicação nas universidades públicas e apresenta manifestações coletivas como: “Diante do obscurantismo que paira no cenário nacional e coloca em xeque a democracia e a autonomia universitária, o Cogecom reforça que a universidade é uma conquista, legado histórico, deve servir ao povo. Preocupado com a ingerência na nomeação de gestores, desrespeitando a vontade da comunidade acadêmica, as propostas do Future-se e do Portal Único do governo (gov.br), a extinção de cargos comissionados, o congelamento orçamentário e bloqueio de recursos e os constantes ataques à imagem das instituições, entre outros temas, o Colégio repudia veementemente qualquer iniciativa que atente contra os alicerces da universidade federal e que coloque em risco o financiamento público das instituições e as carreiras públicas de docentes e técnico-administrativos”.

    O documento também destaca a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) como um elemento de apoio das instituições no combate a desinformações.


  • Agecom seleciona estudantes de Jornalismo para estágio obrigatório

    Publicado em 18/06/2019 às 11:07

    A Agência de Comunicação da UFSC lança Edital de seleção para sete vagas para estudantes de Jornalismo em estágio obrigatório não-remunerado nos setores da Agecom, durante o segundo semestre de 2019. As inscrições serão realizadas exclusivamente por meio eletrônico, com o envio do formulário de inscrição, devidamente preenchido, para o e-mail

    As vagas disponíveis serão assim dispostas:

    1) Coordenadoria de Divulgação e Jornalismo Científico – 5 vagas
    a. Jornalismo Científico
    b. Divulgação de eventos e Assessoria de Comunicação
    c. Produção Audiovisual e Podcasts

    2) Coordenadoria Comunicação Organizacional e Novas Mídias – 2 vagas
    a. Redes Sociais
    b. Newsletter Divulga / Semana UFSC

    Há 27 anos, a Agecom promove a divulgação de matérias jornalísticas e de eventos nos meios de comunicação oficiais da Universidade, como o portal da UFSC; os boletins eletrônicos Divulga UFSC e Semana UFSC; a revista e o podcast UFSC Ciência; as séries em vídeo como o UFSC Explica e Vida UFSC; as redes sociais oficiais da UFSC no Facebook, Twitter, Instagram e YouTubeTambém respondemos pela Identidade Visual e marca UFSC, pela guarda da Memória Fotográfica e pelas campanhas institucionais. Conheça a estrutura da Agecom por meio deste link.

    Prazos e seleção

    Os interessados devem incluir, no formulário de inscrição, seus dados pessoais e a proposta de Plano de Trabalho, com o objetivo do estágio, contribuição para formação, disponibilidade de horas e proposta de cronograma. As inscrições estão abertas de 19 de junho a 03 de julho de 2019.

    A seleção será realizada entre os dias 04 a 19 de julho de 2019, em horários e datas a serem conbinadas. O resultado será divulgado até o dia 26 de julho de 2019 no site da Agecom. A efetivação do estágio e a entrega do SIARE preenchido deverão ocorrer entre os 29 de julho a 02 de agosto de 2019. O início do estágio está previsto para 12 de agosto de 2019.

     

    Mais informações no Edital ou pelos telefones e e-mail da Agecom.
    (48) 3721-9601 / 3721-9602 /  


  • ‘Vida UFSC’: nova série de vídeos retrata o cotidiano na universidade

    Publicado em 04/12/2018 às 14:14

    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é constituída e estruturada por pessoas. Técnicos, docentes, estudantes e funcionários terceirizados que dedicam parte significativa de suas vidas ao desenvolvimento e fortalecimento da instituição.

    O Projeto Vida UFSC, desenvolvido pela Agência de Comunicação da UFSC (Agecom), nasceu com o propósito de demonstrar um pouco da construção coletiva da Universidade: o cotidiano, a rotina, o trabalho e a percepção das pessoas que compõem a comunidade universitária.

    O objetivo é retratar um pouco da realidade cotidiana desse ecossistema educacional dinâmico e pulsante, cuja soma de esforços gera resultados para toda a sociedade.

    Os vídeos podem ser acessados nas mídias sociais da UFSC e serão lançados quinzenalmente.

    Conheça o Mauro Coelho, que trabalha há 34 anos na Imprensa Universitária:


  • Curso capacita segunda turma de Agentes de Comunicação da UFSC

    Publicado em 03/12/2018 às 15:13

    A capacitação formou 30 novos Agentes de Comunicação. Foto: Henrique Almeida/Agecom

    O curso de Agentes de Comunicação, ministrado durante três dias (28, 29 e 30 de novembro) na sala Lantana do Centro de Cultura e Eventos, foi promovido pela Seção Comunica da Agência de Comunicação da UFSC e capacitou 30 novos agentes que irão integrar o Grupo de Trabalho que atua há mais de um ano no aprimoramento dos processos de comunicação da UFSC. A capacitação foi ministrada pela servidora aposentada, Ana Carine Garcia Montero, idealizadora do projeto, e teve o apoio do coordenador e presidente do GT, Ricardo Torres.

    Capacitação foi encerrada na Agecom. Foto: Pipo Quint/Agecom

    A abertura do curso contou com a participação da diretora da Agecom, Mayra Cajueiro Warren e do chefe de gabinete da reitoria, Áureo Mafra de Moraes e de alguns agentes que já integram o grupo. Na oportunidade foram destacados o papel importante que o GT de agentes vem desempenhando e os resultados significativos que alcançou no primeiro ano de atividades. “Os agentes de comunicação estão desempenhando um trabalho de mediação e aproximação dos setores que é fundamental para aprimorarmos os resultados alcançados pela Agecom”, destacou a diretora.
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  • Felicidade e gratidão compuseram a cerimônia aos 130 aposentados da UFSC

    Publicado em 29/11/2018 às 13:05

    O momento era de emoção. Nos olhos brilhantes e nos sorrisos largos foi possível presenciar que uma nova fase se iniciava. De março a novembro de 2018, 130 servidores técnico-administrativos e docentes se aposentaram na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e, para celebrar esse conquista, a Pró-reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp) realizou na tarde de quarta-feira, 28, no Auditório da Reitoria, uma cerimônia de homenagem.

    Emocionada, a servidora aposentada do Departamento de Arquitetura, Vera Helena Moro Bins Ely, usou a palavra livre para falar sobre a gratidão pela universidade nestes 36 anos de trabalho. “O meu sentimento é de gratidão, pois construí uma vida aqui. Essa cerimônia é muito importante para reconhecer o trabalho e a dedicação que tivemos com essa instituição, que faz parte da minha vida e da minha família. Sou feliz com a minha aposentadoria, tenho viajado, cuidado de mim e, para 2019, vou investir na minha educação e aprender italiano. Há felicidade fora do trabalho, sejam felizes”.

    O evento é realizado com o objetivo de agradecer e reconhecer a dedicação, a competência e o comprometimento dos servidores ao construírem uma universidade que é destaque no cenário nacional e internacional.

    A frase ‘Sua contribuição para história da UFSC jamais será esquecida’ estava no certificado entregue aos aposentados. José Antônio do Nascimento Filho segurava o seu entre as mãos. Aos 57 anos, Nico, como é conhecido na Imprensa Universitária, se planeja para viver aquilo que almejou ainda jovem: se aposentar. “Estou fazendo o que me planejei para fazer neste momento, que é estar livre para ir ao futebol, ir à praia, viajar. Sinto pela UFSC uma grande alegria, um sentimento de prazer por ter trabalhado aqui”.
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